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II Seminário Biogás Brasil conta com mais que 80 participantes

A segunda edição do Seminário Biogás abordou tanto os aspectos tecnológicos quanto a viabilidade econômica dos conceitos de produção de biogás, além de trabalhos acadêmicos e estudos sobre os aspectos políticos e econômicos do uso de biogás como fonte energética.

Leia a nota à imprensa sobre o evento:

Seminário Biogás discute a produção de energias renováveis no Brasil 

Especialistas nacionais e internacionais pretendem demonstrar as diferenças entre as tecnologias de produção de biogás desenvolvidas no País e no exterior.

São Paulo, 21 de setembro de 2010 – Líderes de várias nações estão hoje à procura de soluções de energia que permitam enfrentar o fim da "era do petróleo", e que também ajudem na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), a fim de diminuir o grave impacto da mudança climática para o meio ambiente, a sociedade e a economia. O biogás, hoje comumente utilizado na Europa e nos Estados Unidos, começa a se firmar como uma fonte de energia renovável viável. Segundo especialistas do setor o potencial de produção de biogás do Brasil é superior a 500 milhões de m3 CH4 por dia. Surge então a questão: por que o biogás ainda não deslanchou no País?



Diante deste cenário, o Instituto Ekos Brasil em parceria com a empresa Biolatina, reúne em São Paulo estudiosos, empresários e pesquisadores internacionais e nacionais, para o Seminário Biogás, que visa avaliar o potencial e a viabilidade de projetos de biogás no Brasil.


Da esquerda à direita:
Wagner Pisciottano, Biolatina, Brasil,Sérgio Peres Universidade Pernambuco, Brasil Bruna Patrícia, ABO, Brasil, Doug Urban, Bekon, Canadá ,Robert Stucki, Acrona, Suíça, Gerhard Agrinz, Agrinz, Áustria, Hans-Christian Angele, Ernst Basler & Partner, Suíça,Gregor Agrinz, Agrinz, Áustria, Jorge de Lucas, FCAV- UNESP, Brasil.

“Só para se ter uma ideia, atualmente, o nosso país é o terceiro maior produtor de frutas cítricas do mundo, processando mais de 10 milhões por ano, o que resulta em mais de 5 milhões de resíduos de toneladas/ano. Entretanto, esses bagaços que resultam do processamento não são aproveitados, e desta forma o País perde a oportunidade de utilizar esses resíduos para gerar energia através de biodigestores. Se isso ocorresse, nós poderíamos gerar 130MW de energia, volume suficiente para abastecer uma cidade como São José dos Campos, com cerca de 400 mil habitantes,” ressalta Wagner Pisciottano, diretor técnico da Biolatina. 



Entre os destaques do evento, estão os painéis que serão apresentados pelo austríaco Gerhard Agrinz, especialista que atua há 30 anos em projetos de desenvolvimento sustentável e tratamento de águas residuais, e, pelo agrônomo suíço Hans-Christian Angele, que possui experiência na área ambiental e de sustentabilidade para o governo suíço e outros países da Europa. O professor doutor Sérgio Peres, da Universidade de Pernambuco, que abordará o uso da glicerina para geração de biogás. o CTO da Bekon Internacional, Douglas Urban, que falará sobre a tecnologia de produção de biogás e sua aplicabilidade no Brasil.


Sr. Doug Urban da Bekon, Gerhard e Gregor Agrinz, Agrinz durante round-table 

O tema “Biodigestão anaeróbia no meio rural” será abordado pelo professor doutor da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP de Botucatu, Jorge de Lucas. A engenheira ambiental, Bruna Patrícia de Oliveira, falará sobre as “Estimativas de emissões de GEE provenientes da disposição de resíduos sólidos municipais em Sorocaba e a potência disponível nessas emissões”.

A “Tecnologia de purificação e compressão de biogás para utilização como biometano” será o assunto tratado pelo gerente técnico da empresa suíça Acrona, Adalbert Prade. Wagner Pisciottano, diretor técnico da Biolatina, mostrará ainda as possibilidades de geração de energia renovável utilizando biomassa residual. Nesta palestra, por exemplo, será abordado o potencial da biomassa para a produção de biogás com diversos tipos de resíduos, e, será possível perceber as diversas possibilidades que o Brasil tem para gerar energia.


Robert Stucki, Acrona 

Sobre o Instituto Ekos Brasil


O Instituto Ekos Brasil é uma entidade sem fins lucrativos que atua no planejamento e implantação de unidades de conservação da biodiversidade e na promoção da sustentabilidade de sistemas produtivos em parceria com organizações brasileiras e internacionais.

Sobre a Biolatina

A Biolatina Energias Renováveis S/A faz parte do Grupo Ecogeo, holding composta por cinco empresas especializadas em serviços geotécnicos e remediação ambiental, mudanças climáticas, mercado de carbono e energias renováveis. A Biolatina atua na produção de biogás e biodiesel a partir de biomassa residual e oferece desde os estudos conceituais até a montagem e operação de plantas modulares e customizadas.

Informações para a imprensa:
TREE COMUNICAÇÃO
(11) 3093-3616 / 3093-3604 
Josy Alves – josy@tree.inf.br
Eloisa Rangel – eloisa.rangel@tree.inf.br

Mais fotos e alguns dos trabalhos apresentados estão à disposição para download em //noticias/mostra_noticia/a_importancia_do_uso_racional_da_agua.html

 

 


10/2010
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