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Vinicius Ambrogi fala sobre serviços ligados a carbono da Geoklock

Na terça-feira, 30 de março de 2010, o Instituto Ekos Brasil entregou à Fundação Florestal os planos de manejo espeleológico referentes às cavernas dos Parques Estaduais Intervales e Turístico do Alto Ribeira (PETAR). A entrega dos outros planos de manejo espeleológico dos Parques Estaduais da Caverna do Diabo e do Rio do Turvo ocorreu no dia 05 de março, no núcleo do Parque Estadual Caverna do Diabo.

O Parque Villa Lobos foi o local escolhido para a cerimônia que contou com a participação do Secretário do Meio Ambiente Xico Graziano, de vários prefeitos e do diretor executivo da Fundação Florestal José Amaral Wagner Neto que, em sua fala, ressaltou a importância do trabalho do Ekos Brasil na qualidade da elaboração e na entrega dos resultados do projeto dentro do prazo.
 
A cerimônia decretou oficialmente a conclusão dos trabalhos desenvolvidos pelo Ekos Brasil e pela Fundação Florestal que duraram pouco mais de um ano com o envolvimento de cerca de 200 profissionais.
 
A realização dos Planos de Manejo Espeleológico para vinte cavernas do PETAR e para outras doze cavernas nos Parques Estaduais Intervales, da Caverna do Diabo e do Rio Turvo delimita um marco histórico sem precedentes no manejo de cavernas no Estado de São Paulo e no Brasil.
 
Foi um desafio para o Ekos Brasil realizar 32 estudos simultâneos sem abrir mão da qualidade e inovando em metodologia, técnica e tecnologia em diversos diagnósticos. Os resultados obtidos permitiram diversas conquistas, do ponto de vista científico – com a descoberta de novas espécies da fauna cavernícola, o fortalecimento dos estudos microclimáticos, a revalorização do meio físico, a descoberta de sítios arqueológicos –, técnico – com a consolidação de procedimentos consagrados e inovadores de manejo, alguns desenvolvidos especialmente para este projeto –, e social – com a participação ativa das comunidades locais e as novas possibilidades de atendimento às demandas diferenciadas de turistas interessados em conhecer o mundo subterrâneo.
 
Resta agora a implantação das regras construídas nos Planos. O trabalho que visa definir a forma mais adequada de uso de cada uma dessas cavernas, portanto, está apenas começando e novos desafios se desenham no horizonte do manejo deste rico e diverso patrimônio.
 
Que venham os novos passos e desafios, que permitam a continuidade do envolvimento das comunidades locais e da comunidade espeleológica, em conjunto com a gestão da Unidade de Conservação e da equipe técnica da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, por meio de seus diversos órgãos, em busca do engajamento no processo de manejo e conservação do patrimônio espeleológico brasileiro em território paulista.
 
Só assim será possível tornar a região dos vales do Ribeira e Alto Paranapanema num dos maiores destinos espeleoturísticos do mundo. É esse, sem dúvida, o maior objetivo do Instituto Ekos Brasil.

01/2011
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